<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>Reflexões - Categoria - Jonathan Lamim - Professor, escritor e programador</title><link>https://jonathanlamim.com.br/categories/reflex%C3%B5es/</link><description>Reflexões - Categoria - Jonathan Lamim - Professor, escritor e programador</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-br</language><managingEditor>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</managingEditor><webMaster>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</webMaster><lastBuildDate>Wed, 30 Apr 2025 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://jonathanlamim.com.br/categories/reflex%C3%B5es/" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Sentido inverso</title><link>https://jonathanlamim.com.br/posts/sentido-inverso/</link><pubDate>Wed, 30 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/posts/sentido-inverso/</guid><description>&lt;p>Às vezes, no meio da pressa de um dia qualquer, eu me pego observando a fumaça do café subindo preguiçosa, como se tivesse todo o tempo do mundo. E penso que talvez seja isso que falte nas nossas rotinas: um pouco mais de tempo pra olhar a fumaça, escutar o silêncio, mastigar os pensamentos.&lt;/p>
&lt;p>Foi entre essas pausas — pequenas e honestas — que senti vontade de escrever de outro jeito. Não pra ensinar nada, nem pra provar coisa alguma. Mas pra conversar. Daquele tipo de conversa que começa com “senta aqui” e termina com “obrigado por me ouvir”.&lt;/p></description></item><item><title>Quantas vidas você tem?</title><link>https://jonathanlamim.com.br/posts/quantas-vidas-voce-tem/</link><pubDate>Mon, 21 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/posts/quantas-vidas-voce-tem/</guid><description><![CDATA[<p>O tempo passa, nós crescemos, amadurecemos e então chega “a tal da vida profissional”.</p>
<p>Convivemos com ela. Em alguns casos, por longos anos, só ela existe. Em outros, acontece, em paralelo, a vida pessoal.</p>
<p>E, depois de alguns anos de vida e trabalho, uma questão começa a se tornar recorrente: dá pra separar a vida pessoal da profissional?</p>
<p>Eu já refleti sobre isso várias vezes, li opiniões diversas, mas uma coisa me fez ter clareza sobre esse questionamento: as redes sociais.</p>]]></description></item><item><title>O mito da originalidade</title><link>https://jonathanlamim.com.br/posts/o-mito-da-originalidade/</link><pubDate>Wed, 19 Feb 2025 00:00:00 +0000</pubDate><author>contato@jonathanlamim.com.br (Jonathan Lamim)</author><guid>https://jonathanlamim.com.br/posts/o-mito-da-originalidade/</guid><description><![CDATA[<p>Na nossa jornada criativa, muitas vezes somos abraçados pela ideia de que precisamos ser completamente originais, como se nossa autenticidade dependesse de romper com tudo o que já foi feito.</p>
<p>Essa pressão pode pesar no coração e até nos fazer duvidar do valor da nossa própria voz. Mas, será que essa busca incessante pelo “novo” não nos faz esquecer do que é realmente essencial na escrita?</p>
<h2 id="o-mito-da-originalidade">O mito da originalidade</h2>
<p>A verdadeira originalidade não reside na ruptura total com o passado, mas sim na capacidade de transformar o familiar em algo que ressoe com nossa própria voz.</p>]]></description></item></channel></rss>